Com a consciência alterada
sussurava berros ao pé do ouvido surdo.
Cruzava olhares com a cegueira.
Caminhava com o homem sem pernas
mas com sapatos.
Procurando o que falta em mim no outro.
Mais cego do que o cego.
Mais surdo do que o surdo.
Num mundo onde os sapatos
importam mais que as pernas.
Não cure a doença que me traz sentido
André Lemos & Rodolfo Brito.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
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Um comentário:
vc colocou um nome pra esse poesia foi... sorte sua q me agradou...
senao eu ia ter q rasgar seu blog.
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